
7:00 da manha...
Juliene acorda com o barulho de seu despertador
- Ah! saco, queria ficar na cama e morrer. Diz ela ainda sonolenta batendo no despertador.
Salém miando próximo a geladeira. Deveria estar com fome.
- To indo Salém, já to indo.
Juliene Levantou-se, como todos os dias fazia foi a cozinha alimentou Salém, em quanto a cafeteira fazia o café foi se arrumar. Sua vida havia se transformado em uma monótona rotina.
Na quela manha chovia muito, a vontade de ficar em casa e não ir para a redação toma conta de Juliene, mas o dever a chamava e sua chefe também.
Juliene foi até a porta viu que estava esquecendo o guarda chuva e voltou, passou a mão em Salém dando lhe tchau.
- Até mais companheiro.
Foi para a Redação e como em todos os outros dias a hora não passava. Naquela tarde ela não foi almoçar e decidiu terminar o Artigo mais cedo. Ao concluir seu trabalho ela liga para a sua chefe e pede para ir mais cedo para casa.
- Está bem minha querida pode ir. Amanha quero você bem arrumada, impecável! Temos um almoço com o pessoal da edição chefe.
-Está bem. Eu estarei. (quero estar é morta! saco, saco, saco...) pensava Juliene assim que desligou o telefone.
Ao fechar a janela de sua sala levanta os olhos e observa no prédio em frente um rapaz aparentemente cansado assim como ela. Ela sorri e pensa: - Não sou a unica infeliz nesse mundo!
Então ela se afasta da janela e pega seu guarda chuva vermelho para ir para casa.
- Passar na vendinha, comprar meu vinho e mais rasão para Salém. Pensa em voz alta ao entrar no elevador. Ao atravessar a rua deparasse com o rapaz, aquele que ela acabara de olhar pela janela de seu escritório. A troca de olhares foi imediata. Sem entender o motivo juliene sente que seu coração acelerou. Pensa: - Deve ser a carência! Ou a falta de vinho.
Passou na vendinha pegou seu vinho e a rasão e foi para casa com o olhar do rapaz na mente.
Seria ele um possível pretendente? ou o vinho ia lhe fazer esquecer em minutos da queles olhos castanhos e marcantes?
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